quinta-feira, 1 de julho de 2010

Miu Miu?

Ta, eu explico, não costumo falar de moda aqui (por enquanto) mas estou no Conj. Nacional na Av. Paulista e me deparo com isso.

Infelizmente só tem na versão sapatilhas e saltos baixinhos e o preço é esse mesmo.


Quem entende sabe pq fiquei chocada.

BjO

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Uma coisa pode também levar a outra muito Pior!?!

Pensei que estava um pouco pessimista no último Post.
Na verdade pessimista em relação à vida e esperançosa em relação à seleção (está eu só comento de novo depois do jogo de amanhã). Mas não tinha ideia que as coisas podiam piorar.

Sinto muito, mas prefiro não entrar em detalhes, mas é mais ou menos o que eu falei sobre o fato de ficar assistindo ao Dunga parado e não poder fazer nada.

Sabe quando você tem um problema que na verdade não é seu?

Pois é, estou a quase uma semana quebrando a cabeça, mas desde o começo eu sei que não posso fazer absolutamente nada para amenizá-lo, mas a maior mágoa de todas é que rolou um boicote até na hora de tentar/querer ajudar.

Continuarei aqui, torcendo de longe, para que tudo acabe bem.
É isso!

domingo, 20 de junho de 2010

Sobre Copa do Mundo e tudo mais que vem acontecendo

A vida é mesmo uma bagunça, eu sei, e acho que qualquer outra pessoa também tenha percebido isso. Eu sei todos têm seus problemas, isso também não é nenhuma novidade.


O engraçado é o como uma coisa puxa muitas outras coisas, você concerteza já deve ter ouvido que nada vem sozinho.



Época de Copa do Mundo para mim, pelo menos, sempre foi muito complicado, tudo fica mais corrido, o ano fica bem menor, afinal, parece que tudo pára durante os 90 minutos em que a bola fica rolando entre os 11 jogadores de camiseta verde/amarelo canário, consequentemente o mês inteiro é um preparo, um ajeita aqui arruma ali para que nada nos atrapalhe nos dias de jogo.

Mas essa copa está tudo muito mais diferente que os anos anteriores, sim, eu trabalhava na de 2006 mas não era tanta responsabilidade quanto esse ano, sim eu estudava, mas ERA APENAS O ENSINO MÉDIO em 2006, e meu Deus como na faculdade é tudo tão mais diferente (para começar ninguém pediu p/ que a gente pinte bandeirinhas), e como meus problemas pessoais parecem tão menos complicados que antes, porém tão mais difíceis de resolver.

É difícil explicar, mas quando se tem 16, 12 (minhas idades nas últimas Copas) a maioria dos problemas são meras birras de adolescência, e quando crescemos e pensamos que elas tendem a sumir descobrimos que quanto mais velhos as birras são mais infantis e por lidarmos com adultos elas tendem a ficar mais complicadas.

Sim, todos os meus amigos têm razão, eu fico tentando analisar cada problema detalhadamente e só complico mais ainda.

Brasil, você como país já me complica um bocado para ser compreendido, mas como seleção está me deixando a beira de um ataque de nervos, como eu to sentindo falta do futebol moleque que vimos nos campeonatos do começo do ano, como me irrita ver o Dunga fazendo cara feia na lateral do campo, no primeiro jogo contra a Coréia do Norte tive vontade de entrar na TV e te sacudir pa ver se você pegava no tranco, a gente aqui tão longe gritando como loucos e você aí quieto. Tudo bem nesse segundo jogo de hoje vi muito mais atitude, sua e do time, FINALMENTE você se mexia.

Kaka, meu querido ex-idolo do São Paulo, eu sei que foi expulso por besteira, mas finalmente você demonstrou que não tem sangue de barata. Amém Senhor! Robinho, ainda falta muito para você brilhar tanto quanto esta brilhando no Santos, espero que seja só a falta de entrosamento do início. Luis Fabiano... fabuloso, quero ver você jogando como hoje SEMPRE. Elano, nunca tinha reparado em você antes, uma graça...rsrs, continue!

Devo ressaltar aqui, que por mais atrativo que pareça assistir aos jogos em bares, não tem nada mais engraçado que ver meu avô chutando uma bola imaginária enquanto assiste ao jogo aqui em casa.

E como explicar tudo que escrevi aqui? Eu sei que meu coração aguenta, sou forte (eu acho), mas tudo ao mesmo tempo?
Como meu coração gosta de pregar peças em mim, e o quanto é muito mais fácil ajudar aos demais sentimentalmente, porque quando o assunto é a nossa própria vida, é só lambança. E é nisso que eu junto tudo de um modo bem patético. Dar palpite, todo mundo dá, mas entrar em campo e fazer bonito, há meu bem, isso é para pouquíssimos, como eu queria fazer todos os dribles que eu ensinei muita gente fazer...rsrs.

Bjs

sábado, 15 de maio de 2010

Sobre a Virada Cultural de SP e as inúmeras possíbilidades da Cidade

Para começar estou um pouco atrasada, eu sei, afinal pelo meu relógio a Virada já começou há, pelo menos, 6 horas, isso significa que não adianta mais postar a programação.
Mas, ando mais preocupada com o desanimo que ocupou quase como um encosto o meu corpo nesse sábado. Não quis nem bisbilhotar os preparativos, nem ver os filmes no Cine Olido como tinha planejado.
Claro que isso envolve "n" motivos que não vem ao caso, por hora, mas espero ficar animada, ou no mínimo curiosa para conferir alguma coisa amanhã, tudo bem que a programação deste ano não me chamou a atenção, e o frio espantou toda e qualquer tentativa de passar a noite fora de casa.
Mas antes de mais nada, recomendo, afinal é uma vez por ano, e como o Centro Antigo da cidade é bonito. Não recomendo olhar para o chão depois das 23hs, mas olhem para o alto, vejam os prédios, vejam os contrastes. Isso vale a pena, vejam a diversidade que tomam conta da cidade, quantas pessoas diferentes.
Esse conselho vale também pra mim!

Bjs

domingo, 9 de maio de 2010

Inexplicável

Não é um só filme de crianças, e fala muito mais que qualquer filme para adulto.
Já está entre os meus preferidos, assistam!

domingo, 11 de abril de 2010

A magia de Bob Dylan

Pode ser por eu ter passado o último final de semana inteiro ouvindo Bob Dylan, ou porque eu estava com muita vontade de assistir a "Os famosos e os Duendes da Morte" filme de Esmir Filho e não é que gostei, afinal, tenho sérios problemas para assistir aos super produzidos filmes brasileiros, assim como comentei Apenas o Fim de Matheus Souza prefiro os filmes de baixo orçamento, sem qualquer divulgação, esses parecem muito mais interessantes.


Para explicar o filme é só assistindo mesmo, prefiro ressaltar mesmo as duas coisas que mais me agradaram, a fotografia e a trilha sonora, esses são inspiradores, fui ver na Reserva Cultural da Avenida Paulista, sai do filme inspirada, como se eu ainda estivesse naquela cidadezinha sonhando ao lado dos moradores isolados atrás da ponte.

As palavras do diretor ao receber o prêmio no festival do Rio que estava orgulhoso mesmo em frente à dificuldade de convencer os jovens atores que poderiam fazer um filme sério, e fizeram, coisa que infelizmente não vemos com frequência e que não há nenhum apoio ou incentivo por parte de órgãos culturais brasileiros.

Recomendo!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Eu fui ver e acho que vou de novo!

É estranho de explicar, não sei se isso só acontece comigo, mas quando percorro exposições, grandes ou até mesmo de artistas não muito conhecidos tenho a mesma sensação ao ficar frente a frente com uma obra.

Peraí deixa eu eu tentar novamente, não é como você ver a imagem pela internet, ou a grandes distâncias, ou até aquelas obras surreais demais para se entender em alguns minutos apenas, mas acontece.


Sábado passado acordei um pouco mais disposta e resolvi me arriscar pelo centro da cidade novamente, não fazia isso já há algum tempo, primeiro desconcerto, mas descobri que a grande maioria errou também: não, a exposição Andy Warhol - Mr. América não está em exposição na Pinacoteca, está na Estação Pinacoteca e se você é como eu que achava que os dois lugares eram uma coisa só, você está muito enganado, e antes de me recrimirarem, eu mesmo já o havia feito, o Espaço da Estação Pinacoteca não é tão conhecido, pelo menos foi o que constatei pela quantidade de visitantes que iam de uma para a outra meio perdidos.

To envergonhada, rsrs.

Mas, voltando à sensação é uma coisa bem pessoal, você ver os traços, a assinatura, vestigios de um artista e imaginar ele trabalhando na obra, parando para admirá-la ou vendo se o tom da tinta está bom a cada pincelada, no caso do Andy Warhol, quando me coloquei embaixo de uma réplica das nuvens prateadas que remetiam à Factory, imaginei o próprio embaixo, ao meu lado observando a obra, os balões flutuando, e a satisfação, ou não, do trabalho feito.

Agora voltando à exposição, fiquei com gostinho de quero mais, fato, cheguei um pouco depois do término do último filme exibido no dia, estava muuuuito cheio, o que me irritou um pouco por não conseguir analisar cada obra com paciência.

Provavelmente vou voltar.
Bjs